30 março 2009

Fragâncias...


O olfacto tem um importante papel no nosso quotidiano, tanto ao nível do consciente como ao nível do subconsciente.
Capazes de influenciar a atmosfera bem como o nosso estado de espírito, as fragrâncias podem potenciar a harmonia entre o corpo e mente.
As fragâncias estão presentes constantemente no nosso dia-a-dia. Lugares, pessoas, animais, objectos...tudo tem um cheiro próprio!
A sua fragância marcará a memória de quem está/passa junto a si! Um cheiro é sempre uma recordação...

Carangejo do siso

Este fim-de-semana, alguns elementos dos 7 squazes deslocaram-se até à bela Veneza portuguesa para a já tão tradicional pesca. Este hobbie perdura há muitos anos nas vidas destes humildes (amadores) pescadores!
Do resultado da pesca não sabemos nada, ainda... (tema a falar numa próxima publicação), mas de uma coisa temos a certeza, a pesca de caranguejo faz-se com as mãos, com pinças, ou simplesmente, com os dentes...
De acordo com o Discovery Channel, para pescar caranguejos, deve-se utilizar redes de aço com capacidade para 300 quilos, e iscas de arenque moído, lulas, sardinhas e bacalhau, que são submersas 120 metros abaixo da superfície do mar.
Só se conservam os machos dos caranguejos-reais, que medem aproximadamente 16,5 centímetros, e os caranguejos-das-neves, que alcançam 10 centímetros. As fêmeas e os espécimes menores são devolvidos ao mar.
Em alguns pesqueiros, são descartados até seis caranguejos para cada macho aproveitado...
Conclusão: Para quê tanto arrelio, se para uma simples actividade, como é a pesca, se pode utilizar o nosso bem tão precioso, os dentes, da frente...
E com isto tudo ficamos fruticados!

Frase do fim-de-semana

Até é simpático... Coitado...

06 março 2009

...



Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.

Conhecer não é demonstrar nem explicar, é aceder à visão.

Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas.

Antoine de Saint-Exupéry >, in O Principezinho

03 março 2009

Curiosidades do mundo animal


Sabias que....
- há borboletas com asas transparentes
- o maior camãrão do mundo mede 48cm
- o hipopótamo e a girafa dormem de pé
- a lula gigante tem o maior olho do mundo (38 «cm)
- O besouro rinoceronte é o mais forte de todos os animais
- O bugio é o animal mais barulhento do mundo (pode ser ouvido a 16km de distância!)
- a Tartaruga Gigante das ilhas Galápagos é o animal que mais tempo vive (mais de 150 anos)
- o Agulhão-vela é o peixe que nada mais rápido(115 km por hora)
- a pulga é um dos maiores atletas de natureza. Este animal pode saltar mais de trezentas vezes a altura do seu próprio corpo. Já imaginaram se pudessemos fazer isso... poderiamos saltar do início ao fim de um campo de futebol num único pulo!
- o Elefante marinho é o animal que mergulha mais fundo
- o Morcego-nariz-de-porco é o mamífero mais pequeno do mundo
- o peixe mais pequeno do mundo é o Pandanka pygmanga, que vive nas Filipinas e quando adulto mede apenas 1 cm!
- a preguiça é o animal com o cérebro mais pequeno do mundo! Há para aí muitos animais desta espécie...
- que as aranhas não são insectos como se pensa! Os insectos possuem 6 pernas e as aranhas têm 8.
- o peixe-boi tem o peso de sete mergulhadores! Ah boi!!!
- para se fazer um casaco de pele, matam-se 24 raposas ou 65 visons ou 8 focas ou 42 raposas vermelhas ou 400 esquilos ou 30 lontras.

02 março 2009

Cantinho da Cultura...




De certeza que a maioria dos nossos leitores não sabia a origem da bandeira portuguesa actual. Sim aquele pano verde e vermelho que orgulhosamente agitamos nos jogos de Portugal, nos Jogos Olímpicos e em muitas mais ocasiões para marcar a presença de um povo singular.

Após a instauração da República (res publica), um decreto da Assembleia Nacional Constituinte datado de 19 de Junho de 1911, publicado no Diário do Governo nº141 do mesmo ano, aprovava a Bandeira Nacional em substituição da bandeira da Monarquia Constitucional.
A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentais: verde escuro e vermelho, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro, e sobreposto à união das duas cores, tem o escudo das armas nacionais, orlado de branco e assentando sobre a esfera armilar Manuelina, em amarelo e avivada de negro.

A escolha das cores e a composição da bandeira não foi pacífica, tendo dado origem a acesas polémicas e à apresentação de várias propostas. Prevaleceu a explicação constante do relatório apresentado pela comissão então nomeada pelo Governo a qual, num parecer nem sempre heraldicamente correcto, tentou expressar de uma forma eminentemente patriótica este Símbolo Nacional.

Assim, no entender da comissão, o branco representa " uma bela cor fraternal, em que todas as outras cores se fundem, cor de singeleza, de harmonia e de paz " e sob ela " salpicada pelas quinas ... se ferem as primeiras rijas batalhas pela lusa nacionalidade ... Depois é a mesma cor branca avivada de entusiasmo e pela cruz vermelha de Cristo, assinala o ciclo épico das nossas descobertas marítimas".

A comissão defendeu que o vermelho " nela deve figurar como uma das cores fundamentais por ser a cor combativa, quente, viril por excelência. É a cor da conquista, uma cor cantante, ardente, alegre ... lembra o sangue e incita à vitória.

Em relação ao verde, cor da esperança, dificilmente a comissão conseguiu justificar a sua inclusão na Bandeira. Na verdade trata-se de uma cor que não tinha tradição histórica, tendo sido rebuscada uma explicação para ela na preparação e consagração da revolta de 31 de Janeiro de 1891, a partir da qual o verde terá surgido no " momento decisivo em que, sob inflamada reverberação da bandeira revolucionária, o povo português fez chispar o relâmpago redentor da alvorada".

Uma vez definidas as cores, a comissão preocupou-se em determinar quais os emblemas mais representativos da Nação para figurarem na Bandeira Nacional. Relativamente à esfera armilar, sempre presente na emblemática nacional, ela consagra " a epopeia marítima portuguesa ... feito culminante, essencial da nossa vida colectiva ". Sobre a esfera armilar assentou o escudo branco com as quinas, perpetuando e consagrando " o milagre humano da positiva bravura, tenacidade, diplomacia e audácia que conseguiu atar os primeiros elos da afirmação social e política da lusa nacionalidade ".

Finalmente, achou a comissão " dever rodear o escudo branco das quinas por uma larga faixa carmesim, com sete castelos ", considerando este um dos símbolos " mais enérgicos da integridade e independência nacional ".

01 março 2009

Á portuga!!!


O nosso povinho é fantástico!!!

sausichas = salsichas (sal com chicha)
tamparwere = taparwere (tampa were?)